Saiba Como Funcionam os Empréstimos Bancários em Portugal

Os empréstimos bancários são uma forma de financiamento bastante comum. Atualmente, a maioria dos portugueses tem pelo menos um empréstimo bancário.

Seja o crédito à habitação, automóvel ou pessoal, é evidente que estamos numa era em que o empréstimo bancário se tornou algo natural e até imprescindível para algumas famílias. Hoje, são muitos os casos de famílias que contraíram múltiplos empréstimos.

Mas apesar dos empréstimos serem tão frequentes, continuam a existir muitas dúvidas sobre o assunto, por isso vamos simplificar o conceito de empréstimo bancário e esclarecer as dúvidas mais frequentes.

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O que é o Empréstimo Bancário?

Se procurarmos o conceito de empréstimo bancário, vamos ver que ele diz que o crédito bancário é a disponibilização de dinheiro por parte de uma entidade bancária a um cliente.

A entidade bancária tem a obrigação de disponibilizar a totalidade do montante acordado no momento da contratação do empréstimo bancário e o cliente assume o compromisso de respeitar uma mensalidade que serve para pagar o total do montante pedido acrescido dos juros.

Vantagens dos Empréstimos Bancários

Uma das principais vantagens dos empréstimos bancários é o facto do cliente ter a possibilidade de adquirir os bens ou serviços de que necessita e que de outra forma seriam impossíveis de adquirir.

Assim, os empréstimos bancários são vistos como um apoio que ajuda na concretização de sonhos.

Outra vantagem dos créditos bancários, quando comparados com os créditos concedidos por outras instituições financeira, são as taxas de juros mais reduzidas que, por norma, são aplicadas.

Desvantagens dos Empréstimos Bancários

Todos os tipos de empréstimos apresentam algumas desvantagens e os empréstimos bancários não são uma exceção. Todas as entidades bancárias fazem uma análise bastante rigorosa sobre a capacidade financeira do cliente, por forma a assegurarem-se da sua capacidade de pagamento futuro.

Isto significa que o nível de burocracia envolvida e tempo necessário para que o dinheiro seja disponibilizado é superior, ao registrado em qualquer outra entidade financiadora que permita a obtenção de créditos particulares.

É preciso ressalvar que todo o rigor aplicado pelos bancos na avaliação da capacidade financeira de um candidato a crédito não é necessariamente negativo e até pode ser visto como um mecanismo adicional de segurança.

O que Fazer Quando Não se Consegue Pagar o Empréstimo Bancário?

O incumprimento de um empréstimo bancário é sempre um problema que deve ser evitado, mas por vezes há situações inesperadas que fazem com que continuar a fazer o pagamento da mensalidade do crédito se torne praticamente impossível.
Sempre que houver qualquer tipo de situação, de carácter pontual ou permanente, que impossibilite o pagamento normal do empréstimo bancário, a melhor atitude a tomar é ser honesto e falar com o banco.

Muitas pessoas adiam essa conversa por terem receio dos bancos avançarem com ações judiciais e de não ajudarem a resolver o problema, mas na verdade as entidade bancárias não têm qualquer tipo de interesse em criar problemas aos seus cliente. As instituições financeiras só querem que o empréstimo seja liquidado e muitas vezes conseguem reduzir o montante mensal a pagar (ao aumentar o prazo de pagamento), por forma a facilitar a tarefa de cumprimento do crédito aos seus clientes.

No caso de existirem seguros associados ao empréstimo bancário (o que acontece por norma), também se pode verificar se é possível ativar esses seguros e beneficiar da isenção do pagamento da mensalidade, durante um determinado período de tempo ou até liquidar a dívida ainda existente.

Conclusão

Agora já sabe o que é um empréstimo bancário, as suas vantagens, desvantagens e até o que fazer no caso de enfrentar dificuldade no momento do pagamento de um empréstimo adquirido.

Se necessita de um empréstimo bancário faça uma investigação de mercado nas entidades bancárias e encontre a solução que apresenta as melhores condições para o seu caso específico.

Contudo, pondere primeiro se tem realmente condições de assumir a responsabilidade de um crédito. Esta deve ser sempre uma decisão altamente ponderada, por forma a evitar problemas futuros.

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